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terça-feira, 15 de julho de 2014

Pesquisa Cheeseboard Team(Respostas)

Aloha,

saiu o resultado da pesquisa que fizemos sobre o cenário do skate/longboard nacional, infelizmente a adesão foi muito baixa, mas mesmo assim estamos compartilhando o resultado:

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Entrevista - Douglas Dalua


Fonte: Site Dalua Downhill
A Cheeseboard Team, iniciou no carveboard e não nega sua origem, mas se apaixonou pelo longboard downhill speed. Um dos responsáveis por esta paixão foi o leopoldense: Douglas Rodrigues da Silva o Dalua. No meio do skate certamente todos já ouviram falar deste gaúcho, que com sua garra chegou em 2013 ao posto de numero 1 do mundo, temporada 2012/2013 da IGSA World Ranking.
Com direito a um longa nomeado Dalua Downhilll, que conta a jornada de Douglas Dalua, em busca do título mundial de “Skate Downhill.


Baseado nesta admiração partimos em busca de uma entrevista com este ícone do downhill speed mundial.

CBT: Primeiramente gostaríamos de agradecer ao Léo Ferraz por dar este apoio e fazer a ponte com o Dalua. E também agradecer ao próprio por ter tirado um tempo em sua agenda para falar com a CBT. É preciso dizer que é um imenso prazer para nós publicar esta entrevista.  
Dalua: Obrigado vocês pelo espaço, o Skate agradece essa abertura, e eu me sinto honrado de estar aqui conversando com vocês nesse esporte de tantos skatistas bons.

CBT: Uma pergunta que acho que você sempre vai precisar responder Dalua, mas que é inevitável para nossos leitores que estão iniciando no esporte: Como se deu a paixão do Dalua pelo downhill speed?
Dalua: Veio da minha infância, convivi com grandes skatistas, amigos que andavam e sempre acompanhei eles para um evento de street, mas eu nunca me intensifiquei com o street, o downhill foi o skate que me senti bem, e depois do primeiro contato foi amor a primeira vista, virou uma paixão e minha profissão.

CBT: No inicio como foi a aceitação de sua família em relação ao skate, que é infelizmente um esporte que a sociedade costuma ter tanto preconceito?
Dalua: Minha mãe sempre me apoiou, fez o que não podia para me deixar feliz, isso não tem preço, sou eternamente grato por ela, pois hoje tenho minha vida sólida, através do esporte que ela me incentivou. A sociedade é preconceituosa, em 2014 temos atos de racismo imagina um skatista, existem muitas pessoas sem cultura ainda...mas um dia isso vai mudar.

Fonte: Site Dalua Downhill

CBT: Quais foram as suas influencias para iniciar no esporte?
Dalua: As principais vieram do Sul como Diego Kasper, Kako Max, Fiori, Lampião, e outros do sul, quando comecei a entrar a fundo no esporte sim conheci grandes nomes como Manu Antuna, Darryl Freeman entre outros, todos foram importantes e são ate hoje na minha formação como skatista, pois ainda estou aprendendo.

CBT: No próprio documentário Dalua Downhill você teve problemas com lesões, no decorrer de toda sua carreira elas foram muito frequentes?
Dalua: Não, as primeiras foram em 2011, hoje com 31 são mais frequentes, o corpo esta ficando velho, mas a mente é de um menino de 15 (risos).... é normal, estou me acostumando com isso ainda.

CBT: Todos nós que estamos ligados so DS sabemos do encanto sobre Teutonia, mas além do temido pico gaúcho, quais os que mais lhe fascinam, nacionais e internacionais?
Dalua: Aqui no brasil tem uma ladeira ótima de altíssimo nível em SP, Aguas de Lindoia, em Minas também tem muitas, RJ, mas as maiores são Europa  nos Alpes, lugares incríveis onde você anda em ladeiras perfeitas.

CBT: Você hoje consegue viver como atleta ou tem outras atividades?
Dalua: Vivo do SKATE, sou profissional e não tenho outra atividade a não ser andar de skate!

CBT: O Brasil com seus olhos voltados ao futebol, muitas vezes deixa de ver seus outros atletas e seus feitos pela nação, isto lhe incomoda?
Dalua: Futebol o que é isso???? Não não. Faço um esporte que poucos tem esse dom, futebol qualquer um joga, agora dropar uma ladeira a 100km não é qualquer um, somos diferenciados.

CBT: Quais suas expectativas para 2014 no longboard?
Dalua: Andar de Skate, em todas partes do mundo, sendo o atleta mais feliz possível...essa é a vibe!

CBT: Qual sua opinião sobre a nova geração e você tem consciência de sua importância como referencia para a mesma?
Dalua: Incrível, estamos bem representados eternamente, o Brasil é uma maquina de fazer grandes atletas e isso me orgulha, quando estiver velho vou ver atletas de alto nível brigando de igual com os gringos...essa é a pegada.

Fonte: Fan Page Facebook Douglas Dalua


CBT: Para o mundial 2014 quais nomes você aponta como "ameaça" ao seu titulo?
Dalua: Eu não tenho nomes, eu respeito todos, qualquer um pode me bater um ganhar um evento, como pode ser eu!

CBT: Você tem planos de ter uma fundação ou mesmo uma escolha de downhill speed?
Dalua: Tenho planos em continuar no skate, mas ainda não sei como e com que, quero fazer algo diferente, acho que ainda preciso parar e pensar nisso.

"Skate safe!!!" - Dalua


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Entrevista - Leonardo Ferraz


Foto by: Fruke Alves
Aproveitando a onda do início da 1ª Etapa do Circuito Brasileiro de Skate Downhill - Downhill da Inconfidência, a CBT entrevista o homem que esteve diretamente envolvido nesta etapa que aconteceu em Nova Lima – MG, na famosa ladeira da APAC. Leonardo Ferraz Martins, o Léo Ferraz, mineiro de Belo Horizonte e radicado no Rio de Janeiro, esteve trabalhando durante 1 ano, para que o evento acontecesse. 
Segue abaixo nosso bate papo com o rider.


CBT: Fale-nos um pouco sobre quem é o Léo Ferraz:

L.F: Nasci em Belo Horizonte, e sou administrador comercial de uma empresa de produtos mineiros no Rio de Janeiro (Mares de Minas), onde moro atualmente. Morei minha vida toda em BH, mas fui criado e crescido na cultura carioca do surf, skate,  e Califórnia style. Sou uma mescla do estilo dogtown e old school com uma visão moderna de onde o esporte pode chegar. Considero-me um visionário na verdade sem modéstia. Sei do caminho que o esporte pode chegar .

CBT: Como e quando iniciou no longboard, como chegou ao downhill, e quais outros esportes praticou?

L.F: Em 1998 me mudei pela primeira vez pro RJ, com o sonho de surfar e conquistar minha vida próximo do mar e do verdadeiro sentido que buscava. Fiz faculdade de fisioterapia ate 1999. No final de 99 eu transferi minha faculdade pra BH e acabei voltando pra MG. Com a saudade do surf, trouxe na bagagem um longboard skate. 
Pratico skateboard / Kitesurf / Surfsnowboard/ e minha maior paixão, o donwhill speed com toda sua radicalidade  e glamour.

Foto by: Fruke Alves

CBT: Enfrentou preconceitos com o longboard e com o skate?

L.F: Em Belo Horizonte não é difícil passar por preconceito né? (risos) com certeza, se você for quem realmente você é.... Tu está fora. Em 2000 larguei minha faculdade de fisioterapia pra me dedicar ao skate. Abri minha primeira loja de skate com mais dois amigos e resolvemos divulgar e crescer o downhill na capital mineira. Depois disso foram vários eventos como Funil 2003/2004. Aonde levamos o esporte pra outro nível com percursos foras dos padrões da época. Mas sempre numa luta grande já que era uma coisa fora dos padrões normais da cidade. Na verdade vivíamos estilo de vida californiano em BH e sem duvidas passamos por muito preconceito.

CBT: Quais são em sua opinião os grandes nomes do downhill nacional e internacional?

L.F: No downhill nacional gosto muito da tocada dos atletas mineiros. Thiago Lessa e Max Ballesteros são os nomes que quero citar, porém depois do evento da semana passada podemos ver que os “cuie” estão com a categoria de base muito bem representada, Pedro Antunes, Bruno, E Pepe Laporte são promessas que vejo pra um futuro. Guto Negrão,  Ricardo ReisDaluaJuliano Cassemiro,Alexandre Maia  são nomes que não podemos deixar de citar também. Internacional eu falaria, James Kelli um dos mais técnicos e radicais freeriders do mundo, Byron tecnicamente incrível, são vários nomes .

CBT: Quais foram suas inspirações no cenário do downhill?

L.F: Minhas inspirações foram os top mundiais do final da década de 90 e inicio de 2000. Manu Antuna / Darryl Freeman / Stuart / Biker Sherlock/ Dan Vom Bommel / Mark Golter..... NA época o downhill era modalidade do X games . No Brasil nomes como Alexandre Maia / Juliano Cassemiro / Marquinhos / Yuppie / Indião / Mikima.

Foto by: Fruke Alves

CBT: Quais os estados onde o downhill está mais forte?

L.F: Depende do Quesito (risos). Atletas fortes têm em todos os estados. Os melhores eventos estão em Minas Gerais E Rio Grande do Sul. Mas vejo um forte cenário a nível nacional em um todo.

CBT: Você esteve diretamente envolvido na   etapa do brasileiro, como se deu este envolvimento?

L.F:  Sou produtor de eventos de speed desde 2000 quando fiz meu primeiro campeonato já trazendo os grandes nomes do downhill da época pra BH. Desde então tenho meus projetos guardados nas gavetas pra algum dia como aconteceu a prefeitura de nova lima me comprar o projeto que se sucedeu no Downhill da Inconfidência! Foi um trabalho em conjunto da minha empresa Coolhilss com a prefeitura e equipe técnica DHM races.

CBT: Qual sua visão sobre o evento como um todo?

L.F: Foi um evento referencia. Estrutura de nível internacional, premiação dando o verdadeiro valor do suor do atleta. Publico totalmente bem instalado e se divertindo.

CBT: Hoje o Léo vive do longboard?

L.F: Não (risos) infelizmente vivemos num pais que não da pra viver disto. Hoje busco outros caminhos, mas como o long é minha paixão continuo fazendo por amor e quem sabe um dia eu consigo viver disto  .
Foto by: Fruke Alves
CBT: O que precisa para que o esporte mantenha o ritmo de crescimento que vem apresentado?

L.F: União, Bom senso e paz, nada mais que isso,  O downhill da inconfidência mostrou isso.

CBT: Para finalizar, quais as dicas do experiente rider Léo Ferraz aos que estão iniciando no downhill?

L.F: Gostaria aqui de deixar dentro da minha experiencia que vocês tem que andar de skate acima de tudo pra se divertir,  fazer amigos e conhecer lugares, num futuro vocês vão ver que o que vale a pena e isso. Persistência, disciplina, união, amizade e acima de tudo diversão. Sem ela perde o sentido!


"Segue vídeo de um role histórico de vários rides de vários estados, isto aconteceu no ano de 2011 se não me engano ! Editado por mim." Léo Ferraz:

terça-feira, 8 de abril de 2014

Projeto Ladeira Abaixo - Longboard Downhill Speed

Saudações amigos,
estou iniciando no longboard downhill speed, e preciso dar um upgrade no setup do meu skate.
O esporte, como tudo no Brasil é caro, e precisaria inclusive de bem mais do que o valor solicitado para ficar completo, mas com este valor consigo o básico. 
Que seria:
Macacão de couro para downhill: R$ 900,00
Capacete full face: R$ 700,00
Truck de precisão: R$ 750,00





Link do projeto.

terça-feira, 25 de março de 2014

1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Skate Downhill


Nova Lima tem o imenso prazer em receber a 1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Skate Downhill (Downhill da Inconfidência , essa realização fará com que a cidade se torne referência e grande fomentador dos esportes radicais.



DATA: 25 - 26 - 27 de Abril



  • CATEGORIAS:

  1. Profissional
  2. Amador 1
  3. Amador 2
  4. Iniciante
  5. Mirim
  6. Infantil
  7. Master 
  8. Feminino
  9. Luge
* CONDIÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA AO COMPETIDOR

OBRIGATÓRIO:
  1. - Capacete fechado ( COM VISEIRA OU ÓCULOS DE PROTEÇÃO)
  2. - Macacão de couro
  3. - Luvas com casquilho
  4. Tênis

HOTEIS:


* REALIZAÇÃO:
Secretaria de Esporte e Lazer - Semel

* ORGANIZAÇÃO TECNICA:

* HOMOLOGAÇÃO:

* Coordenação técnica:
Cool Hills