Cheeseboard Team
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Ladeira Urbana x Ladeira Rural
Aloha
Sempre quando um curioso surge numa ladeira
onde estamos dropando, a primeira ou segunda pergunta que ele
nos faz sempre é "Tem pneu para andar na terra?". Ao explicarmos
que o Carveboard é o surf do ASFALTO, fica aquela impressão de é
um esporte exclusivamente urbano(mesmo
porque para a terra o mais indicado é o mountainboard,
que já é outra linha de drop). Essa é uma afirmativa
que tem uma grande verdade, mas não é absolutamente correta.
Em alguns estados, incluindo MG, é comum a
prática do carveboard em locais fora dos centros urbanos: em
estradas, loteamentos afastados, etc (aqui temos o Vale do
Sereno, Alphaville e BR 040). Esses locais oferecem 3 itens que
chamam nossa atenção: asfalto liso, ladeiras largas e pouco
trânsito. Por outro lado, as ladeiras urbanas possuem uma
infinidade de detalhes que podem aproximar ainda mais o
carveboard do surf. Todo praticante já usou um arbusto de um
jardim para dar um tubo, um paralelepipedo mais baixo para dar
um floater, uma rampa de garagem para dar um cutback.
Como podemos ver, as duas ladeiras tem vários
pontos negativos e positivos. O que vai definir, de verdade,
qual a melhor ladeira é o estilo do rolé do carveboarder. Os
mais agressivos ou surfistas poderão preferir as ladeiras
urbanas, enquanto os que gostam de slides e drops extensos
poderão se interessar mais por ladeiras afastadas.
Por isso, para traçar o perfil do carveboarder brazuca, criamos
uma enquete. Se você é carveboarder, diga o que prefere: Ladeira Rural, Ladeira Urbana ou Ambas. Procure a mesma na barra lateral do blog e deixe sua opnião.
Abraços a todos.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Sangue novo na Cheeseboard Team
Aloha!
A Cheeseboard Team não para, desde 28/02 foi
praticamente interrupto, drop todo fim de semana. Fora as
conquistas de duas
matérias em jornais, entrevistas
a praticantes de esportes de pranchas, uma trabalhosa eco
action no Vale do Sereno, um parceria muito bacana com o
brother Jorge Longo que
mandou um super post
no site dele. Fora os inúmeros
drops, alguns nem registrados em blog.
Alegria maior que a de praticar um esporte tão prazeroso como o carveboard, é fazer novos amigos com a mesma vibe e adrenalina, como o caso do nosso brother Anderson Silva Rodriges, "o Saci de Sk8". O cara nos acompanhou virtualmente durante algum tempo, sempre prometendo aparecer. Até que um dia, eis que aparece mesmo. Com seu freeboard na mão, e muita ideia na cabeça, o cara chegou adrenando os rider's Alexandre Gomes e Hugo Lanza (sempre presentes nos drops). A chegada do "Saci" deu ainda mais gás a Cheeseboard Team. Com o freeboard no pé, uma câmera na mão, muita ideia na cabeça e adrenalina na veia formaram uma receita que rendeu ótimos vídeos e fotos.
Alegria maior que a de praticar um esporte tão prazeroso como o carveboard, é fazer novos amigos com a mesma vibe e adrenalina, como o caso do nosso brother Anderson Silva Rodriges, "o Saci de Sk8". O cara nos acompanhou virtualmente durante algum tempo, sempre prometendo aparecer. Até que um dia, eis que aparece mesmo. Com seu freeboard na mão, e muita ideia na cabeça, o cara chegou adrenando os rider's Alexandre Gomes e Hugo Lanza (sempre presentes nos drops). A chegada do "Saci" deu ainda mais gás a Cheeseboard Team. Com o freeboard no pé, uma câmera na mão, muita ideia na cabeça e adrenalina na veia formaram uma receita que rendeu ótimos vídeos e fotos.
![]() |
| Do freeboard ao carveboard. |
O próximo passo do super Anderson já foi dado. Adquiriu um
carveboard para junto com a Cheeseboard Team curtir o surf do
asfalto. Fica por parte de Cheeseboard Team os sinceros parabéns
ao "show man - Anderson Saci", e o convite a todos a virem
conhecer o carveboard e a Cheeseboard Team.
Abraços a todos.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Mais uma vitória - Jornal da Pampulha
Mais uma conquista da Cheeseboard Team esta semana: matéria de duas páginas no Jornal Pampulha. Contando com o texto da jornalista Débora Fantini, mais pessoas em BH terão acesso à informação sobre nosso querido esporte. Já não temos palavras para descrever o quão felizes ficamos quando vemos nosso querido "pranchão" na mídia. Esse sentimento só melhora quando vemos o carveboard na mídia e com a nossa assinatura. É um sentimento de orgulho e de dever cumprido: Divulgamos o carveboard mais uma vez!
A matéria foi dividida com outro esporte novo e que vem ganhando muitos adeptos com seu "relativo" pouco tempo de vida: o Slackline. Relativo, claro, pois era uma arte exclusiva dos artistas circences - trazer essa arte para o círculo esportivo foi algo genial. E essa "meiadinha" foi bem especial: temos carveboarders que praticam slackline. Quem sabe não conseguimos trazer slackliners para nossas ladeiras?
Mas então é isso ai: mais uma vitória! Muito obrigado Débora Fantini e Leonardo Lara (+ uma vez).
Materias:
Matéria de capa - Aventura pelas ruas da cidade
Socialização e adrenalina
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Entrevista - Eric Patat
| Eric Patat campeão paulista de Carveboard |
Eric Patat, 27 anos, campeão paulista de Carveboard - Sorocaba, SP
CBT: Para começar uma curiosidade, qual a origem do sobrenome Patat?
E.P.: Pela minha família da Itália, mas veio França.
CBT: Podemos notar pelos seus vídeos que você é um cara muito ligado aos esportes de ação. Por quais você já passou e qual você destaca?
E.P.:Sempre fui louco por esportes, desde criança mesmo, já pratiquei muitos, desde os mais comuns até os mais radicais hehe, me dediquei por um bom tempo ao Motocross, parei em 2006. Há uns dez anos atrás conheci o snowboard, e gostei muito, foi dai que comecei realmente a me interessar por esportes de prancha, queria sentir aquela sensação do snowboard, então como aqui não tem neve comecei andando de long, depois conheci o Freeboard e depois o Carveboard, e de vez enquando "brinco" com o wake e o surf. Destaco o Carveboard, que ainda é um esporte novo, vendo pelo lado bom, não há limites para novas manobras, ou novos feitos, acho que vai muito da sua criatividade e dedicação.
CBT: Você tem sido destaque no carveboard, levando inclusive um titulo de campeão paulista de Carveboard. Como chegou ao carveboard?
CBT: Você tem sido destaque no carveboard, levando inclusive um titulo de campeão paulista de Carveboard. Como chegou ao carveboard?
E.P.: Eu estava andando com o Freeboard na época, foi em 2008, um amigo (Naldo) tinha um carve e andavamos juntos, pra falar a verdade acha o carve meio estranho, até que um dia eu fiz um drop com o carve, aí pronto, não teve jeito, não parei mais, sempre aprendendo com o pessoal que já andava, treinando bastante e acima de tudo me divertindo.
CBT: Qual sua ligação atual com o esporte?
E.P.: No começo o carveboard entrou na minha vida como uma brincadeira, hoje posso dizer que o esporte que eu pratico é o carveboard. Me identifiquei muito com o Carve, esse negocio de esporte ainda novo é tentador, gosto de inventar coisas, tentar fazer manobras que parecem impossíveis, é divertido. Ando de carveboard por prazer, porque gosto, e me divirto, o resto é consequencia.
CBT: Aqui em MG temos tido grandes dificuldades para difundir o esporte, e não podemos deixar de observar que em SP e RJ, o esporte tem crescido de forma mais rápida, tendo inclusive apoio de patrocinadores. No caso do Eric, quais são as maiores dificuldades encontradas?
E.P.: Aqui também encontramos as mesmas dificuldades, mas acredito que por já terem acontecidos alguns eventos e campeonatos por longos dos últimos 5 anos, a cena aqui esteja um pouco mais desenvolvida.
CBT: Em suas experiências como praticante, já experimentou equipamentos importados(carveboard)? Qual a sua opinião em relação aos nacionais?
E.P.: Nunca experimentei o equipamento importado, mas pelo que sabemos e vemos nos vídeos, na internet, acredito que temos o melhor equipamento e os melhores atletas do mundo.
CBT: Não há como negar que hoje o carveboard é um esporte meio "elitizado", devido ao preço do equipamento e a difusão do esporte, de quem você acredita que poderia ser a principal atitude para reverter este quadro?
E.P.: Realmente não é um equipamento barato, acredito que o próprio crescimento do esporte vai obrigar isso a acontecer, talvez com surgimento de novas marcas, ou com o apoio das marcas já existentes.
CBT: Aqui em MG estamos tentando com a criação da Cheeseboard Team (BH), despertar o interesse pelo esporte. Você acredita que a criação de equipes é importante para o crescimento do carveboard, ou vê o esporte como um esporte individual?
E.P.: Acho importante sim, para divulgar, unir, juntar a galera de uma determinada região, marcar encontros, treinos, rolés, isso é essencial, quanto mais gente mais diversão com certeza, um chama o outro, um amigo para conhecer, e assim o esporte vai crescendo. Mas que essa seja a importância da palavra "equipe", apenas um grupo que se une de uma determinada região para andar de carveboard, mas quando se trata do carveboard como um todo, esse negócio de equipe não deveria ter muita relevância, afinal o esporte ainda é "novo" e ainda somos poucos, então devemos nos unir para o crescimento do esporte CARVEBOARD, deixar um pouco de lado os interesses pessoais ou da "equipe" e pensar no negocio como um todo, isso depende de nós, nós que estamos começando com tudo isso, se quisermos ter o reconhecimento do esporte no futuro temos que começar da maneira certa, vamos fazer a coisa pelo amor ao esporte, só isso.
CBT: Você hoje esta encaixando em alguma equipe?
E.P.: Sim, Monsterboards (Sorocaba), na época também surgiu a nessecidade de equipe porque iriam acontecer campeonatos por equipe, não aconteceu, enfim, como eu disse, é só um meio para nos organizarmos, juntar a galera mesmo, tipo, pode chegar, portas abertas...
CBT: Apesar de novo, temos nomes de destaque no carveboard já. Você citaria algum nome como inspiração para seu inicio no esporte?
E.P.: Quando comecei a andar já existiam algumas equipes como a Carvericks, Kamicarve, Ytubos, Carvelozes e outros atletas que não tinham equipe, acho que todos me inspiraram, é legal que cada um tem uma particularidade, um jeito de andar e realizar manobras, isso é bem legal do carve, cada um tem um estilo diferente e trás influencias de outros esportes.
"Queria agradecer o Alexandre e todo pessoal da Cheeseboard pela entrevista, foi bem legal, fico muito feliz de ver o esporte crescendo, gente se unindo, de outras regiões e estados, em breve estaremos juntos com certeza, Parabéns pela atitude e iniciativa de vocês, podem contar comigo sempre que precisarem.
Um grande abraço a todos,
Carveboard Sempre!"
Eric Patat
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